terça-feira, 30 de março de 2010

Let's rank nurses based on their doability

Daí que eu tava conversando com um canadense e ele me disse que categorizava as mulheres de acordo com a seguinte escala (que receberá a versão original Herbert Richers e a minha tradução livre):

-Uma onomatopéia qualquer seguida por um dar de ombros que significava "se não tem tu, vai tu mesmo".
- "Another day at the office" - Já que eu não tô fazendo nada...
- "Damm, she's hot"- Meu, essa mina é da hora
- "I can't believe this is happening to me" - Gos-to-sa-bra-ga-rai. Eu vou contar pra todo mundo que peguei essa mulher.

Eu vejo as coisas de uma forma mais binária (como se isso fosse alguma novidade): o mundo se divide entre os pegáveis e os não pegáveis. Porque a dinâmica da ficar com alguém é sempre a mesma, não importa se o cara é mal-diagramado ou se ele é praticamente uma capa da Men's Health. Você viu motivo para ficar (ou sair, ou namorar ou qualquer coisa) com ele: beleza, inteligência, charme, fofura ou excesso de álcool nas idéias. Não importa quem é mais bonito ou quem se interessou pelo outro primeiro. Vocês ficaram e o jogo empatou. E, de repente, um jogo novo se iniciou.
Porque, como diria nosso grande artilheiro Dadá Maravilha, não existe gol feio. Feio é não fazer gol.


*Extraído de um episódio de "House, MD", o meu muso pós-maturidade. Com uma mente daquela, quem precisa de sentimentos?

Um comentário:

  1. capa da Men's Health sempre me faz suspirar..
    não sei qm teve a pessima ideia de invetar a Women's Health!!

    e digo mais: "Ou chuta pro gol, ou manda pra arquibancada!!!"

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