domingo, 30 de maio de 2010

Todo mundo muito atento nesse momento

Dica importante: Até o dia 12 vai ter muita selvageria, muita ação brutal e muita ladra de namorado de amiga.




Homens, permaneçam sempre atentos.
Comprometidos, mantenham-se no foco com suas doces namoradas.
Solteiros, aproveitem o momento para passar o rodo nas desesperadas. Fiquem espertos e não liguem pra nenhuma garota no dia seguinte. Também não saiam no dia 11 e no dia 12 de casa, pois elas andam armadas nos mesmos.


Fiquem de olho!

Da nossa enviada especial ao movimento dos sem-namorados

"Ninguem tá aqui por acaso. Quanta gente feia!

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Vi no Twitter

"Ainda faltam 20 dias para o dia dos namorados e eu não aguento mais esse assunto! Vamos falar da Copa?"
Parece que o povo anda meio desmotivado...

terça-feira, 25 de maio de 2010

Yes, we can!


Quando tinha 15 anos fiquei perdidamente apaixonada por um cafajeste que adorava jogar comigo o jogo do cafajeste-cretino: ele fingia que gostava de mim (dizia que eu era linda, especial e blá blá blá) porque era bom pro ego dele ter alguém apaixonadinha e eu, marinheira inocente de primeira viagem, achava que a gente ia casar, ter filhos, uma casa com jardim e um cachorro. As crueldades dele chegavam ao ponto dele me convidar pra jantar no dia dos namorados e simplesmente não ir e depois dar qualquer desculpa, fazer mil elogios, me dar uma flor murcha e ainda conseguir me fazer achar que eu estava sendo exigente demais.

Um dia, depois da milésima sacaneada, eu estava chorando no meu quarto quando meu irmãozinho, com então 2 anos de idade, perguntou:

_ Por que você está chorando?
_ Porque eu gosto de um menino que não gosta de mim - respondi aos soluços.
_ Mas por que você não gosta de outro menino então?, perguntou o Sócrates em miniatura.

Eu só lembro que eu parei de chorar e pensei: cacete, isso é tão óbvio! Fiquei chocada por descobrir que eu tinha um filósofo precoce dentro de casa, um homem à frente de seu tempo! Fiquei ainda mais chocada porque não só eu mas uma legião de mulheres talvez nunca perceba o óbvio: a gente não escolhe de quem a gente gosta, mas escolhemos com quem a gente fica.

Por que é que na maioria das vezes fazemos dramas novelísticos e choramos rios de lágrimas quando "aquela pessoa" - seja por não nos fazer felizes ou simplemente pela idéia de que o mundo tem bilhões de outras pessoas - não é a única escolha possível? Por que não partir pra outra? Por que insistir nessa idéia de que só porque não escolhemos a pessoa por quem nos apaixonamos temos que aceitar qualquer coisa ou qualquer migalha que apareça no caminho?

Se uma criança que mal sabe falar e assiste Cartoon Network o dia inteiro consegue perceber isso, por que diabos a gente não economiza anos de terapia e drama desnecessário e simplesmente faz da vida e do amor uma coisa simples e POSSÍVEL?

Momento literário

Ontem fui ao lançamento de um livro que, eu acho, será bem interessante para a galerinha do blog aqui...

Cuidado! Seu Príncipe pode ser uma Cinderela
Guia prático para identificar um gay no armário


Bom, o título do livro já diz tudo. Escrito de forma super bem-humorada por Ticiana Azevedo e Consuelo Dieguez, ele aponta para aqueles detalhes que fazem a diferença.

Eu mesma já dei uma folheada, e posso garantir que são dicas preciosas para quem estiver com uma certa dúvida sobre se o gatinho é gato mesmo, ou se corre risco de se transformar em "gata".

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Depois da sabedoria das amigas, a ignorância dos conhecidos

Desde a mais tenra infância lembro da seguinte frase, proferida por um menino que morava no meu prédio:


"Quando você começa a namorar, tem logo é que colocar um chifre de garantia. Se ela não te trair, você pegou alguém e isso é sempre bom. Se ela te trair, pelo menos você empata".


Não é à toa que eu cresci e virei uma misantropa pessismista que acha que o amor é uma construção cultural (escrevo mais sobre isso algum dia). Mas, sinceramente, se é pra pensar assim, não namora. Aliás, se é pra ter essa postura na vida, se mata.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Sabedoria das amigas XV

Para um cara que ela pegou, quando ele disse que era barman desempregado e morava com o pai:

- Se eu estivesse procurando homem bem-sucedido, eu não iria na Casa da Matriz.

Eu não preciso de você


A maior declaração de amor que eu já recebi é estranha: "Paloma, eu não preciso de você". Parece improvável escutar isso de alguém que te olha nos olhos com o brilho de uma pessoa apaixonada. Parece inconcebível até a ideia de que isso é uma declaração de amor - não apenas uma declaraçãozinha qualquer, mas a maior de todas.

Eu não preciso de você, porque eu já tenho tudo em mim mesma - estou bem, feliz, plena (pessoal, profissional e emocionalmente) - e sou capaz até de ficar bem mesmo que o caos se instale do lado de fora. É como se eu tivesse comprado na loja o que eu mais queria: a mim mesma, a percepção de que eu sou responsável pela minha felicidade e que ao entender que eu não controlo nada que acontece do lado de fora, entendo também que a felicidade é uma escolha, uma aceitação de que ninguém controla o "que acontece do lado de fora", e que a única coisa que controlamos é como reagimos.

Você é como um brinde. Você é algo além do que eu sonhava ou precisava. E eu escolho você como eu só poderia escolher quando não te vejo como uma necessidade. O amor é uma coisa engraçada: eu preciso não precisar de você. E só quando eu não preciso de mais nada, eu percebo até onde te amo, e o quanto eu realmente quero VOCÊ. Eu me sinto livre pra te amar, e eu te amo porque eu sou feliz sozinha. Te amo porque você não preenche minhas carências. Te amo porque sou completa sem você. Te amo porque eu não saberia o quanto te amo se meu amor fosse medo da solidão, medo de envelhecer sozinha, pânico de não ter filhos, ou não ter alguém por perto pra aplacar minha insegurança, ou me apoiar financeiramente.

Acho que, para amar de verdade é preciso ser livre. Só uma pessoa livre é capaz de se entregar, surpreender, sair do script, fazer um roteiro alternativo. Só se entrega de verdade quem desiste de tudo: de ter o outro, de idealizar um romance, de esperar que as coisas aconteçam do SEU jeito, de fazer planos que precisam ser cumpridos pra "ser feliz", de esperar que um dia "vamos nos encontrar e ficar juntos". Quando ficamos vazios de desejos, de expectativas, de julgamento e de qualquer coisa que possamos alimentar com relação ao outro, é como se o amor se revelasse na sua forma mais arrebatadora.

Só quem não condiciona sua felicidade a ganhar flores e ouvir um eu te amo num jantar romântico no dia dos namorados é capaz de manter os olhos e ouvidos abertos e atentos pra perceber a perfeição de um EU TE AMO dito às 4 da tarde, num dia de chuva, depois de um banho de lama daquele caminhão que acertou a poça d'água em cheio. O amor odeia clichês! É fácil e previsível te "amar" quando eu preciso de você, mas é muito melhor escolher te amar pura e simplesmente porque não te amar não teria o menor cabimento. Como no As Sem-Razões do Amor, do Drummond, "eu te amo porque te amo". E porque não existe razão pra eu te amar, só porque não posso explicar com a lógica, só porque acordei sem motivo pra te querer tanto, o que eu sinto por você faz ABSOLUTO sentido pra mim:

"Porque amor não se troca
não se conjuga nem se ama
Porque amor é amor a nada
feliz e forte em si mesmo"

quinta-feira, 20 de maio de 2010

I wanna hold your hand

Beatles: I wanna hold your hand

Sabem o que essa historia de pegar na mão me fez lembrar? De um filme totalmente bolinho-com-leite, que eu adooooro. Aliás, assistiria todos os dias se eu pudesse: Nick & Norah's infinite playlist.

É uma história super bobinha de amor adolescente, mas muito gostosa de assistir. Bom, eu gosto. Mas, tem um momento que o amigo de Nick fala do porque que os Beatles fizeram tanto sucesso. Ele explica que é porque eles pegaram a essência do que as pessoas querem de verdade, e que, no fundo, nada mais é do que alguém que pegue sua mão...

Amigo do Nick...

E acho que no final das contas é isso mesmo que todos buscamos (mesmo aqueles que não buscam por nada): alguém pra segurar nossa mão.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Os brutos também amam... mesmo!

Tenho um casal de amigos que são assim... a imagem da toscaria. Cabelos roxos ou moicanos (até que hoje nem usam mais), piercings, várias tatuagens, muitos palavrões no vocabulário... Então? Imaginaram?

Mas mesmo assim este é o casal mais família que eu conheço. Eles tem um filho de 4 anos totalmente fã do Kiss e do Ozzy, mas que chora como qualquer outra criança quando cai da cadeira. E ainda por cima, adoram fazer passeios família nos finais de semana, como almoçar no shopping, ir ao zoológico com o filho... Essas coisas.

Hoje eu e essa amiga estávamos almoçando e conversamos sobre várias mulherzisses como trabalho, fofocas de celebridades, roupas, sapatos, e sobre querer se apaixonar. Aí ela me contou como foi que ela conheceu o seu, hoje, marido e qual foi o momento em que ela percebeu que seu coração seria dele:

- Eu morava em outro Estado. Nos conhecemos pela internet. Ele queria saber sobre uma banda que eu produzia e começamos a nos falar. Depois começamos a namorar via email e msn - nunca tínhamos nos visto pessoalmente. Até que a banda fez um show em São Paulo e outro no Rio. Quando eu cheguei no Rio ele foi me buscar no aeroporto e sabe o que ele falou pra mim?

- Ãh?

- "Posso segurar na sua mão?". Você consegue imaginar? Um tosco daquele pedindo pra segurar minha mão? Pois é, e foi aí que ele me ganhou.

Gente, isso não é é fofo? É sim!

Bom, é isso. Adorei e resolvi compartilhar. :)

quarta-feira, 12 de maio de 2010

D.R.

Sabem que tem gente que ainda não conhece a sigla D.R.???

Incrível né?!! Mas devem ser pessoas sortudas. Não saber o que é uma D.R. é quase uma dádiva. É como ganhar na loteria.

Porém, a maioria das pessoas sabe o seu significado. D.R. nada mais é do que "discutir relação". E nada mais apropriado para uma coisa tão chata e burocrática como essa do que resumi-la numa sigla à la INSS, IPVA, IPTU...

D.R.'s são simplesmente um saco. Eu tive uma professora na faculdade que (um tanto radical, ok!) costumava dizer que no dia que você precisasse discutir a sua relação com seu namorado, noivo, marido, amante, peguete... o que fosse, que aproveitasse a oportunidade e terminasse logo a tal relação. De acordo com ela, quando a relação está boa não precisa ser discutida. E, quer saber? Concordo. Apesar de, eu confesso, eu mesma já "deerriei".

Mas porque eu resolvi discutir sobre D.R. aqui hoje?? Porque eu li um trecho* em que um pai conversava com o filho sobre relacionamento. Achei fantástico.

"Tive uma namorada uma vez. Tudo o que fazíamos era falar sobre nossa relação. Era o que fazíamos, em vez de nos relacionarmos. Isso se torna realmente chato".

E é isso! Tem gente que fica tão preocupado em saber racionalmente se está no caminho certo ou não, que esquece de viver o que vale a pena. Como na frase acima, muita gente perde tempo - isso mesmo PERDE - em discutir, argumentar, racionalizar, e pensar,pensar, pensar, planejar, analisar... Enquanto poderia muito bem beijar, abraçar, viajar, dividir, compartilhar, se apaixonar... Enfim, ser feliz de fato e não questionar o quanto se é ou deveria ser feliz. Quando vai acabar? Como vai acabar? Detalhes sem importância.

Em resumo: D.R.'s são um porre!

* Livro O clube do filme

Isso é só uma bunda III

Eis que o rapazote, de novo na loja de cristal, levou sua mão suave e passou sobre aquela bunda como se fosse um médico examinando uma senhora de 200 anos cujos ossos poderiam virar pó ao toque.

E o que é que o bizonho faz? Ele diz: "Nossa, realmente, muito linda a sua bunda. Durinha, lisinha... nossa!". E depois? Nada. Nada. Nada. Ela tava quase esperando que ele ia dizer algo como "queria ter uma bunda assim".

No auge do desespero, nossa heroína tenta pela última vez:

Ela: Nossa, você é tão comportado.
Ele: Você acha?

Arrrrrrrrrrrrrrrrrgh. É. acho que chega ? O carinha era meio dramático e com em uma semana já chamava a menina de "amorzinho" (sério)... então, depois de Casablanca, a menina meio que desanimou. Ele ligou e ela falou: "Percebi que a gente não tem muito a ver, não quero mais ficar".

E o que foi que Sr. Castidade fez dessa vez? Well, ele chorou, disse que ela não podia fazer isso do nada e, pasmem, chamou a menina de cafajeste! E ainda disse que ela só queria ele pra fins "carnais"!.

É por causa de casos como esse que, apesar de alguns sinais serem suficientemente óbvios, achamos útil colocar alguns verbetes do dicionário Aurélio que é pra não deixar nenhuma dúvida!


Filme[ Do ingl. film]: Seqüência de imagens e/ou de cenas, em movimento ou não, registradas em filme cinematográfico ou em videoteipe; fita, película.

Ver filme NA MINHA CASA e dormir lá
sm.: se eu quisesse ver filme, como qualquer macho alfa, te convidaria para um cinema. Casablanca então é um sinal claro de que não pretendo assistir, se pretendesse teria alugado velozes e furiosos.

Me faz uma massagem: se você estiver no shiatsu você quer realmente só uma massagem. Mas se você estiver de shortinho e top pedindo uma massagem a um homem só de cueca, na cama dele (a convite DELE), isso significa o mesmo que "tire a minha roupa".

Isso é só uma bunda, pode passar a mão: eu acho uma falta de absurdo uma criatura não entender essa "direta"... mas... aí vai o sinônimo: me agarra, caramba!

Gente, se vocês quiserem contribuir com o nosso pequeno dicionário com outros verbetes, fiquem à vontade! Nunca se sabe quando alguém pode precisar...

terça-feira, 11 de maio de 2010

Movimento dos sem namorado

É um flash-mob marqueteiro organizado pelo site Par Perfeito, mas que rendeu uma ótima mídia espontânea e juntou uma galera no ano passado:

Por orientação da Prefeitura do Rio de Janeiro, o Movimento dos SEM Namorados, que ocorre no dia 30 de maio (domingo), às 14 horas, será na Praia de Copacabana. A concentração irá acontecer no Posto 6 e seguirá até o Posto 4. Reafirmamos que o local do evento, em São Paulo, no dia 29 de maio (sábado) continua sendo o Parque do Ibirapuera, também às 14 horas, com concentração na Arena de Eventos (próxima ao Portão 10).

Como 3/4 deste blog é formado pro profissionais de comunicação, acho que deveríamos pedir credenciais de imprensa para cobrir este evento.

Isso é só uma bunda II

Bem... o cidadão, como se estivesse numa loja de cristais, encosta em nossa heroína pra fazer a tal massagem como se ela fosse quebrar, ou como se tivesse alguma coisa contagiosa. Quando ela já achava que tudo estava perdido e que o jeito ia ser assistir Casablanca mes-mo, ela repara que o mocinho está olhando pra bunda dela.

Faíscas de esperança saltam dos olhos da menina! "Ele vai fazer alguma coisa!" - ela pensa. Dez segundos, vinte segundos, um minuto. NADA. Ela resolve dar um empurrãozinho:

Ela: Por que você está fazendo essa cara [uma cara de lascívia ao olhar minha bunda]?
Ele: Nada.
Ela: Fala
Ele: Você vai ficar chateada
Ela: Fala logo.
Ele: Você tem uma bunda linda!

Aleluia, havia vida naquele corpo!! Ele iria ele finalmente beijá-la tirá-la do coma! A-Ha! Pegadinha do malandro! Ele fez.... nada. Nada. Nada. Nadaaaaaaaaaaaaaa!!!!!!!!!!!

Num ato desesperado, nossa heroína diz: "Isso é só uma bunda, não precisa ficar só olhando, pode passar a mão". Agora me diz: a que ponto uma mulher em coma pode chegar, né?

O que vocês acham que o estrupício fez?

Maio, mês das noivas

Hoje vi a notícia de que Wanessa (antiga Camargo) estaria se separando. Semana passada foi a Sthefany Brito. Na retrasada foi a Deborah Secco. Mês passado foi uma amiga de uma amiga...

O que há em comum em todas essas histórias é um fator interessante: todos esses casamentos não duraram nem ao menos um ano (na verdade acho que o da Wanessa durou mais). Foram meses apenas. Meses que, com certeza, revelaram de alguma maneira o caos que seria aquela "felicidade eterna".

Soma-se a isso a falta de paciência e de tolerância. A falta do "precisar" do outro. A falta da disposição de se entregar, de se permitir. A falta da simples vontade de viver aquela nova história... Todas essas faltas tem sido cada vez mais tendência.

É, é assim que esse fenômeno vem sendo tratado: como uma tendência. Uma moda, uma piada. Mas casamento é coisa séria. (Ainda é?) O fim de uma relação fere, machuca, magoa e - por melhor maneira que você leve isso - deixa marcas. E quando se termina um casamento dói ainda mais, porque quando alguém namora ou fica noivo (a) de outra pessoa, ainda estão na fase dos planos. Ainda há tempo de pensar. Mas o casamento já é a parte da execução desses planos. É o momento em que, na teoria, claro, tudo já foi pensado, ponderado e, então, decidido.

Pra quem não sabe, eu já fui casada. Foi rapidinho, pois acabei seguindo a tendência. E não carrego grandes traumas, apesar de que eu não pretendo me casar de novo. Na verdade, nunca achei que casamento fosse lá minha praia.

Mas, ao contrário do que possa parecer, não sou contra casamentos. Aliás, tem gente que combina com isso. Acreditem ou não, eu choro em casamentos. Acho bonito aquele momento em que as promessas são sinceras. Eu acho que algumas pessoas combinam com casamento. Tenho algumas cerimônias pra comparecer ainda esse ano. Conheço casais - casados há mais de um ano - que são super felizes. Já fui madrinha de dois casamentos e tá todo mundo muito bem, obrigado!

A diferença desses casais pras pessoas citadas no início deste post está em querer ficar junto. Em aceitar dividir. Em estar disposto a viver aquela história.

No final das contas, casar é bom... praqueles que combinam com esse estilo de vida.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Um(a) canalha, quando começa a namorar, não se torna uma pessoa honesta. Torna-se um canalha discreto.

Isso é só uma bunda I

Assim como no post "como discutir uma relação que não existe", existem história verídicas nesse Blog que parecem inteiramente inacreditáveis, tiradas dos filmes do Woody Allen.

Me acompanhem:

Menina solteira, bonita, independente, inteligente. Um cara igualmente solteiro a convida pra sair. Legal. Normal. Ela, meio desanimada com os homens, estava há meses sem sair com ninguém e resolveu aceitar, afinal de contas "eu não estou fazendo nada...". No primeiro encontro bebem vinho e comem carpaccio, riem e começam o jogo da conquista, praticamente uma dança do acasalamento.

Os dois estão saindo há duas semanas, quando o rapazinho a convida para ver um filme... NA CASA DELE. Disse ele: "leve uma mochila, assim você não volta tarde pra casa e pode ir direto para o trabalho". O que VOCÊ entenderia? Bem, nossa heroína resolve aceitar, afinal o carinha era legal, gentil, parecia apaixonado (até demais), já queria até namorar (ai que medo!) e... valia à pena pagar pra ver, dado o longo período de coma em que a mesma se encontrava.

Era uma linda noite de luar quando a mocinha saiu do trabalho com sua mochilinha e foi para a casa do mocinho - que mora sozinho. Banhos tomados, deitam na cama para ver Casablanca.
O moçoilo aparece de blusa e cu-e-ca e pergunta: "Tudo bem se eu ficar de cueca? É que tá calor". A mocinha diz que sim, é verão no Rio de Janeiro e faz um calor infernal (e afinal de contas a casa é dele e ela aceitou dormir lá né!).

Inicia-se o filme. Ela cheia de expectativa, porque afinal de contas se o mocinho em questão quisesse mesmo ver um filme, ele a teria convidado pro cinema! A mocinha espera alguma atitude do rapaz. Dez minutos......... vinte minutos e nem um beijinho. Trinta minutos e nem sequer uma mão na coxa. Quarenta minutos de filme e.... ela pensa: "nossa, a gente tá vendo o filme mes-mo!".

O mocinho parece estar se derretendo de calor e nossa heroína sugere: "pode tirar a blusa, tá muito calor". Minutos depois, ele só de cueca e... nada. Tomada pelo desespero do coma, a mocinha tem um rompante de loucura, vira-se de costas, levanta a blusa e diz: "será que você pode me fazer uma massagem?". Pra sinalizar suas intenções, o levantamento da blusa é friamente calculado para que a abotoadura do situã fique aparente, que é pro corno que inclusive pediu a menina em namoro, quem sabe, pensar que aquela abotoadura não deveria estar... abotoada.
E o que foi que o bonitinho fez?

domingo, 9 de maio de 2010

Conceito de Interessante (ou Campanha Anti-desequilibradas)

Mulher interessante: Uma pessoa agradável de se passar horas e horas ao seu lado, pode ser bonita, pode ser inteligente, mas o mais importante é que seja tranquila e se dê muito bem contigo e várias outras coisas (boas, é claro!).

Homem interessante:
Tem que ser ou ter cara de cafajeste.


Bom, é óbvio que isso é uma brincadeira, mas muita mulher só fica feliz mesmo se o cara for cafajeste.

Mas o que é ser cafajeste? Se você, homem, é bem resolvido, sabe do que gosta e procura fazer o que gosta e o que te faz bem e isso, de alguma maneira, atrai alguma mulher, que ficou assim porque gostou do seu jeito e da sua "cumplicidade com suas próprias coisas e próprios gostos", você merece receber a alcunha de cafajeste?

Minha opinião é clara (vide o meu conceito de mulher interessante e o que eu imagino que seja o conceito mais "global" de homem interessante para as mulheres): as mulheres complicam demais as coisas. Ficam viajando nas idéias e acabam criando uma imagem de um monstro quando, pelo menos em determinados casos, o cara não é esse monstro todo.

Felizmente existe, de fato, o equilíbrio (dá pra encontrar o equilíbrio... acreditem!) nesse mundo e há exceções. Nem todas as mulheres são desequilibradas e loucas e pode ser que um homem saudável e normal, caso se empenhe com bastante afinco, ache um belo exemplar de mulher "bacaninha, legal e que tem tudo a ver contigo".

Moral desse negócio todo que eu escrevi:

Mulheres desequilibradas não merecem homens cafajestes ou qualquer tipo de homem. Não existe homem interessante para mulher desequilibrada. Mas, você, que é desequilibrada e sabe que é desequilibrada, não precisa se desanimar e pode se tranquilizar, pois há uma luz no fim do túnel. Para achar a luz, tomara que antes você caia desse seu salto alto (desequilbrado também) e se quebre toda... hehehe
E tente levantar equilibrada (falando menos e não fazendo cara de maluca já ajuda...). Os homens agradecem.


(Mais uma vez agradeço por existirem as exceções!)

sábado, 8 de maio de 2010

De mulher pra mulher

Estava conversando com um amigo pelo msn e ele me fez uma pergunta a respeito de relacionamentos. Eu, prontamente, respondi o que achava da situação. Obviamente, com toda franqueza que eu costumo adotar em minhas conversas.
E o que ele me respondeu foi (num claro tom de deboche):

valeu "meu lado mulher"!

Tipo, quando você abre seu coração, transborda sinceridade e então recebe um feedback desses, é pra se preocupar???

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Boca fechada não entra mosca



Você conhece um cara num barzinho da Lapa. Engraçadinho, bonitinho. Ele te chama pra sair. Um jantar aqui, um barzinho ali, uma carona até o aeroporto pra uma viagem de negócios acolá (ok, ele tá pagando de conquistador) e depois de LONGAS duas semanas em que vocês construíram um “relacionamento” tão profundo quanto um buraco escavado até o centro da terra de onde jorra magma [sim, a ironia é um dom!], vocês estão num jantar com muito vinho e conversa descompromissada, light e super animado (tudo o que se poderia querer depois de um relacionamento pesado que tinha acabado) quando ... a criatura chega e estraga a brincadeira:
_ Estou muito assustado. Acho que nosso relacionamento ta ficando muito sério. Eu tenho muito medo de te magoar. Já magoei tanta gente.
Silêncio ....
Mais Silêncio ...
Silêncio Profundo ...
O que você fala num momento desses?
a) Que relacionamento, cara-pálida?
b) Garçom, a conta por favor!
c) Não se preocupe em me magoar, troquei meu coração por um fígado.
d) Só continuo essa conversa na presença de um psicólogo

Cotidiano

Em um domingo à tarde, um cara e uma garota pensando sobre o dia anterior:

Ele: - Maior gatinha a garota de ontem... E gostosinha também...
Ela: - Ah, tô tão feliz! =)))))))))))) Já fazia tanto tempo que eu não entrava em um relacionamento. =))))))))))))))

Quatro dias depois, novos pensamentos:

Ele: - Que bom que tem futebol hoje. Tô sentindo que vou jogar muito... E ainda vou tomar aquela cervejinha gelada mais tarde...
Ela: - Eu vou ligar pra ele. Não sei o que aconteceu! Não consigo entender essa crise! =(((((((((((((((

E, na hora da cervejinha, toca o telefone:

Ele: - Alô, quem é?
Ela: - Oi, amor. Estou triste demais... =((((((( Precisamos discutir sobre o nosso relacionamento... =(((((((((((
Ele: - Amor? Relacionamento? Quem é você?




Por incrível que pareça, isso acontece muito. E depois dizem que os homens são cafajestes...

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Sabedoria do namorado

"Se você vai à casa de pretendente e a geladeira está vazia, as roupas dele estão espalhadas pelo meio da sala e ele sai do banho e joga a toalha em cima da cama, não se preocupe. Ele é um cara maneiro. Mas se você vai na casa de um sujeito e está tudo super arrumadinho e ele ainda tem uma hortinha onde planta manjericão, é bom se preocupar.

terça-feira, 4 de maio de 2010

Primeiro recado


Homens também amam.
Enganou-se quem pensou que sentimento de amor fosse algo completamente unilateral por parte da mulher.

Falar de amor não tem muita graça se não souber sentir o amor. Todas as moças falaciosas que neste blog escrevem, sabem falar muito bem de amor. Seja brincando, desabafando, criando, perguntando, lançando polêmicas e teorias, todas o têm feito muito bem.

Todas se permitem, se permitiram e se permitirão sentir o amor, por isso esse blog é tão bacana e cheio de verdades. (Essa impressão eu tive lendo por aqui, além do que vi em cada uma também. É claro que em umas mais que outras, de acordo com o que eu conheço ou sei de cada uma.)

Cheguei pra somar e vou transmitir aqui de alguma forma o meu olhar e pensamento sobre o amor. Será a primeira "visão" masculina, mas será uma visão similar, sob alguns aspectos, à que já há por aqui, porque eu também sou uma pessoa que se permite ao sentimento.

Como sou um cara meio musical, vou terminar de passar este primeiro recado com um trecho de uma música do Paulinho da Viola, que tem muito a ver com o que eu entendo de amor:

"Hoje eu quero apenas
uma pausa de mil compassos
para ver as meninas
e nada mais nos braços.
Só este amor
assim descontraído.
Quem sabe de tudo não fale
Quem não sabe nada se cale
Se for preciso eu repito...
Porque hoje eu vou fazer
ao meu jeito eu vou fazer
um samba sobre o infinito..."

sábado, 1 de maio de 2010

Algumas conclusões

Alguns amigos se encontram num bar e, claro, se atualizam das notícias. Como sempre, tem sempre alguém que começou um namoro, e outros tantos que terminaram os seus.

A - (...) Fulana também acabou o namoro. Ela tá mais ou menos...

B - Pois é, terminar namoro dá o maior trabalho.

C - É por isso que eu nem começo.

Praticidade é tudo!