terça-feira, 11 de maio de 2010

Maio, mês das noivas

Hoje vi a notícia de que Wanessa (antiga Camargo) estaria se separando. Semana passada foi a Sthefany Brito. Na retrasada foi a Deborah Secco. Mês passado foi uma amiga de uma amiga...

O que há em comum em todas essas histórias é um fator interessante: todos esses casamentos não duraram nem ao menos um ano (na verdade acho que o da Wanessa durou mais). Foram meses apenas. Meses que, com certeza, revelaram de alguma maneira o caos que seria aquela "felicidade eterna".

Soma-se a isso a falta de paciência e de tolerância. A falta do "precisar" do outro. A falta da disposição de se entregar, de se permitir. A falta da simples vontade de viver aquela nova história... Todas essas faltas tem sido cada vez mais tendência.

É, é assim que esse fenômeno vem sendo tratado: como uma tendência. Uma moda, uma piada. Mas casamento é coisa séria. (Ainda é?) O fim de uma relação fere, machuca, magoa e - por melhor maneira que você leve isso - deixa marcas. E quando se termina um casamento dói ainda mais, porque quando alguém namora ou fica noivo (a) de outra pessoa, ainda estão na fase dos planos. Ainda há tempo de pensar. Mas o casamento já é a parte da execução desses planos. É o momento em que, na teoria, claro, tudo já foi pensado, ponderado e, então, decidido.

Pra quem não sabe, eu já fui casada. Foi rapidinho, pois acabei seguindo a tendência. E não carrego grandes traumas, apesar de que eu não pretendo me casar de novo. Na verdade, nunca achei que casamento fosse lá minha praia.

Mas, ao contrário do que possa parecer, não sou contra casamentos. Aliás, tem gente que combina com isso. Acreditem ou não, eu choro em casamentos. Acho bonito aquele momento em que as promessas são sinceras. Eu acho que algumas pessoas combinam com casamento. Tenho algumas cerimônias pra comparecer ainda esse ano. Conheço casais - casados há mais de um ano - que são super felizes. Já fui madrinha de dois casamentos e tá todo mundo muito bem, obrigado!

A diferença desses casais pras pessoas citadas no início deste post está em querer ficar junto. Em aceitar dividir. Em estar disposto a viver aquela história.

No final das contas, casar é bom... praqueles que combinam com esse estilo de vida.

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