segunda-feira, 28 de março de 2011

barriguinha

O namorado envia um e-mail sem título, cujo conteúdo é o link para a matéria "Sete truques para esquecer a fome e manter uma barriguinha sarada". E ainda comenta que ama a minha barriguinha do jeito que ela é.
Na boa, que punição merece este sujeito?

domingo, 13 de março de 2011

Mulher é mulher em qualquer lugar do mundo. Em qualquer classe social.

Assim, você encontra um príncipe encantado e acha que ele é o homem da sua vida pelo simples fato de ele ser perfeito.


Até que você depois percebe que perfeição não é, exatamente, uma qualidade. E passa a sofrer duas vezes: pelo tédio, e também pela fraqueza de não conseguir terminar o relacionamento em questão porque ele não fez nada de muito errado - como traição, roubo, espancamento ou assassinato - além da ausência constante.


Quando os amigos conversam sobre o assunto, tudo que você consegue dizer é frases do tipo "ele vai mudar... na verdade já mudou muito". (Não vou nem entrar no mérito de que as pessoas não mudam, especialmente os homens)


Chega um momento, porém, que sua infelicidade se torna aparente e complicada para disfarçar não apenas para os outros, mas para si mesma. É quando os amigos - novamente eles - começam a conversar com você. Falam um pouquinho hoje, mais um pedaço amanhã... Até que você percebe que tudo vai mesmo de mal a pior, que não tem jeito, e resolve terminar esse relacionamento ruim das pernas desde o começo.


Os amigos ao redor ficam tristes por sua tristeza, mas aliviados por essa página virada. Mas, depois de um tempinho, alguém lhe pergunta como você está em relação ao ex, e você responde algo do tipo:


- Estamos ficando.

- Que? Como assim? Por que?

- Não vou assumir para minha família ou meus amigos porque não quero mais ele frequentando meu meio familiar.

- Então... por que...

- Porque ele é bom de cama.




Aí, no final das contas, ela não namora ninguém e não pega geral. Fica com um estepe que um dia seria o pai dos seus filhos. Isso é bom ou ruim?

sábado, 12 de março de 2011

Homens...

Estou na Colombia e, sem exagero nenhum, sou a única mulher com menos de 50 anos que tem cabelo curto. Todo mundo tem cabelo comprido e bem escuro, e é difícil me misturar aos nativos. Diferenças culturais de roupas e penteados à parte, caminho pelas ruas ao som de "ui, mamacita"(o que acho que deve ser o sinônimo, no Brasil, de "Gostoooooosa"). Deve ser coisa de latino.

Chego a casa em que estou ficando e o casal que me hospeda tem um filho de 11 anos, se chama Tomas. Estamos jantando quando é levantado um assunto inédito: futebol. Sério: o menino, com 2 aninhos de idade, queria acordar duas da manhã pra ver jogo da Copa (a mãe nem sabe explicar de onde ele tirou essa paixão por futebol). O fato é que o pequeno homem joga fifa soccer, sabe de cor todos os anos em que o Brasil foi Campeão do mundo (fora conhecer os times mais remotos de países igualmente remotos) e, pasmem, sabe inclusive dizer em que país, contra quem e qual foi o placar de todos as finais da copa que o Brasil jogou. E lembrem, o menino tem apenas 11 anos!

De uma maneira ou de outra, homem é assim mesmo, mais ou menos igual: futebol + mulher e a existência deles está justificada.

O amor é uma falácia... e atire a primeira pedra quem nunca foi trocada brutalmente por uma partida de futebol ou similares...

sexta-feira, 11 de março de 2011

Relacionamento aberto... oi?

Não vou discutir aqui sobre prós e contras de um relacionamento aberto. Mas acredito que haja uma linha tênue entre o que é bom e o que é absurdo. Como no caso da irmã do ex-namorado da minha amiga do trabalho.

Há mais ou menos dois ou três anos atrás a moça se apaixonou por um cara super legal. Claro, desconsiderarmos fatores como ele ter mais de trinta anos e não ter emprego (por que é um escritor em busca de inspiraçao) e viver sustentado pela ex-mulher, ou quando a mãe da atual namorada tem que fazer suas compras para o final de semana para que a filha não passe fome... Enfim, entenderam né!?

Não foi por falta de aviso, mas a moça estava apaixonada. E todos sabem como os hormônios da paixão anulam completamente os neurônios, e por tempo indeterminado.

Até que um dia ela terminou esse relacionamento. Eis que, então, ela descobriu que o cara nunca se separou da tal ex-mulher. E mais: a ex sempre soube da existência dela e - pasmem - aprovava a relação dos dois. Afinal, ela, a ex, achava ótimo que houvesse alguém que cuidasse dele por aqui. ( A esposa mora em outro estado)

Mas foi nas férias , quando a "ex"-esposa veio fazer uma visitinha, que a moça ouviu a frase do ano:

Esposa fala: volta pra ele. Ele gosta muito de você. De verdade. Sempre me fala sobre você. Além do mais, acho ótimo que alguém esteja aqui cuidando dele por mim. Sabe né, trabalho longe. Com você por perto não fico preocupada. Claro que amar ele só ama a mim, mas ele gosta muito de você. Mesmo. Dá uma chance a ele...

Mentinha. Não foi uma pegadinha do Malandro. Tudo foi de verdade, e sério.

Iê Iêêêê!!!!

quinta-feira, 3 de março de 2011

Da série "eu não acredito que isso aconteceu de verdade"

Eu podia revelar a identidade da protagonista dessa história, mas aí eu perderia o direito de zoá-la dizendo "eu sei o que vc fez no carnaval passado". Essa criatura tragicômica (que vou chamar de Ana) conseguiu protagonizar a seguinte história de carnaval:

Depois de beijar um pirata num bloco, ela reencontra o Jack Sparrow do agreste uma semana depois na Lapa. Ele a reconhece e dá logo um selinho (oi?). Papo vai, papo vem... (meus comentários em vermelho)

Pirata: Oi! Você?! Vamos lá pra casa? [isso que é ser direto]
Ana: Vamos!
[hein?!]
Pirata: Paga uma cerveja pra gente aí!
Ana: Não viaja. Vai estragar tudo antes de começar
[ca-rá-co-lis... como assim? eu já tinha parado por aqui]
Pirata: Você tem camisinha aí? Não?! Pô gata, não sabia que ia me encontrar? Tinha que trazer camisinha...
Ana: Então vamos num motel. Lá tem.
Pirata: Paga o motel. Eu não tenho dinheiro.
[eu pensava que depois da cerveja não podia piorar, mas ainda escutei a Ana dizer que o cara tinha acabado de ser demitido]

Nesse momento Ana disse que pensou: " *&%$##$... mas se é pra brincar... e eu só quero brincar mesmo, vamos lá". Chegando no motel, o Pirata partiu pra cima:

Ana: Pode chegar pra lá. Nada vai acontecer antes da camisinha chegar!
Pirata: Pô gata...


Depois que levaram as camisinhas e rolou o que tinha que rolar:

Ana: Ok, vou embora.
Pirata: O que? Tá maluca? A gente pode ficar aqui até amanhã de manhã...
Ana: Mas eu quero ir embora.


O cara se aproxima pra beijá-la.

Ana: Não, não me beija, deixa eu tomar banho...
Pirata: O que está acontecendo aqui hoje é inédito...
Ana: O quê? Você é virgem?
Pirata: Não. To tendo que te reconquistar. Geralmente as mulheres são tão fáceis... mas tô gostando...
[gente, o cara é totalmente pancado das idéias... ]

Aí a Ana começa a observar várias cicatrizes no cara e resolve perguntar:

Ana: O que são essas cicratizes?
Pirata: Ah, é que fui brincar com a cachorra fêmea e o cachorro ficou com ciúme e me mordeu.
Ana: E o que são essas marcas no seu pulso?
Pirata: Eu fui assaltado. Aí a polícia deixou o ladrão ir embora. Então eu fiquei puto com eles e por isso o policial me algemou.

Nesse momento Ana respira fundo e pensa: "E se esse cara for um psicopata?"

Ana: Agora vou embora. Quero ir pra casa.
Pirata: Não vai não, por favor. Olha só, a gente não faz mais nada. A gente fica aqui só abraçadinho...
Ana: Ai, tá bom...


Passa-se um tempo e a Ana lá naquela cena tosca.

Pirata: Quer namorar comigo?
Ana (quase se matando de rir): Quero.
Pirata: Tô falando sério. Quero transar com você todo dia. Quero ir ao cinema com você. [isso que é objetividade pra definir “namoro”]
Ana: Tá bom. A gente tá namorando agora... [nesse momento ela já tava pra lá de irônica].
Pirata: Você é tão linda... seu rosto... ó, então, hoje é dia 1º de março. No dia 1º de março do ano que vem eu vou fazer um filho em você. E ele vai ser lindo porque vai ter um cabelo igual ao nosso, o nariz fininho... vai ser lindo!
Ana: Ok. Combinado. 1º março do ano que vem...

(...)

Ana: Agora vou embora
Pirata: Mas por que?!
Ana: Sei lá... acho que eu tava louca te reencontrar e quando reencontrei... perdeu a graça.
Pirata: Você me trata como um qualquer [a menina tem outra crise de riso e o cara ri também]
Pirata: ... Ana?
Ana: Ãh?
Pirata: Ana... aposto que você não lembra meu nome.
Ana: Não é questão de lembrar. Nunca perguntei. [kkkkkkkkk]
Pirata: Perguntou sim. Lá no dia do bloco...
Ana: Perguntei nada. Você é maluco.
Pirata: É Marcus.
Ana: Ih... é verdade! Eu perguntei.

Gente... eu não sei quem é mais doido...


Socorro!

terça-feira, 1 de março de 2011

Vá de táxi... ou não



Está chegando o carnaval... época em que a gente escuta as histórias de "romances" absurdos e improváveis. Essa coisa de álcool e orgia nacional nem sempre termina "bem".

Semana passada eu escutei uma história bizarra e, em tempo de Lei Seca, resolvi repassar a vocês donzelas que bebem todas e voltam ou vão de táxi.

Eí-la:

Uma amiga minha estava hospedando uma amiga de outro estado aqui no Rio. A moçoila em questão ia pra Lapa (epicentro carioca da bohemia) encontrar com um affair gringo e, como não sabia andar muito bem na cidade e já estava pra lá de Bagdá depois de algumas doses de álcool, foi devidamente colocada dentro de um táxi e despachada pra Lapa.

A menina voltou pra casa tipo quase com o dia raiando... e todo mundo pensando que ela e o gringo tinham ficado às mil maravilhas, até que a moça se explica:

_ Ihhhhhh... eu nem consegui chegar na Lapa direito. Fiquei rodando tudo lá de táxi e não achei o gringo.

O que vocês acham que aconteceu? Well, pra não perder a viagem (literalmente), a mocinha pegou o próprio taxista e foi com ele pra um motel etc e tal. É, tem gente que se utiliza da Lei Seca pra sair da seca (putz, que trocadilho infame!).

A pergunta que não quer calar: quanto será que saiu essa corrida, hein?

Conselho de amiga: quando achar que vai voltar de táxi bêbada, se possível, escolha bem o taxista enquanto ainda estiver sóbria, porque vai que.....