terça-feira, 31 de maio de 2011

O cúmulo do... nem sei!


Eu estava aqui pensando em qual cúmulo seria quando uma pessoa se apaixona por outra, justamente, pela característica que as impede de ficarem juntas.



Sim, porque quando você admira, gosta e se apaixona pelo espírito de liberdade e desprendimento da outra pessoa, significa que possibilidade de vocês ficarem juntos é próximo ao zero. Ou então, de essas caracteristicas se perderem...




Ai, que mundo complicado, não?

segunda-feira, 30 de maio de 2011

O blogger tá me censurando

Resposta ao comentátio de HelloMotta no post passado:

hellomotta disse...
E agora?
Tá pensando em casar?

27 de maio de 2011 09:40

Nem. É como quando falam de tatuagem comigo. Acho lindo nos outros, mas eu não tenho coragem.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Quando o amor não é uma falácia

Sábado foi o casamento da minha prima e no domingo houve um almoço para a família na casa da cunhada dela (cunhada é uma palavra horrorosa que não combina nem com a minha prima, nem com a moça nem com o apartamento em si, mas vamos em frente). O casal passou a noite num hotel e o apartamento da Viridiana estava com uma certa baguncinha pós- casamento - docinhos, sobras de brindes, fraques dos padrinhos, essas coisas. E um lindo buquê de rosas vermelhas acompanhado por um cartão com o nome da noiva.

Um gesto elegante de algum convidado que não pode estar presente na cerimônia e mandou flores se desculpando, não? Foi o que eu pensei, até perguntarem quem mandou. Foi o noivo/marido.

Porque houve um jantar de noivado, uma cerimônia na igreja, uma super festa, duas noites de núpcias no Fasano e lua-de-mel de um mês que é praticamente uma volta ao mundo - é rito de passagem e afirmação pública de compromisso pra ninguém botar defeito. Mas, em meio a todo o tempo e dedicação que isso toma, ele ainda se deu ao trabalho de investir no gesto mais clássico de romantismo, da época em festa de casamento não tinha a participação de escola de samba. Ainda fez um esforcinho individual para fazer a sua nova mulher feliz.

Sei lá, achei o cúmulo da delicadeza.

sábado, 7 de maio de 2011

Conclusão Internacional...

Homem é tudo igual em QUALQUER parte do mundo.

Assim como, "mulé" é tudo otária em qualquer parte do mundo também.



E vida que segue!