terça-feira, 8 de setembro de 2015

Até tu, Chico

A amiga da amiga tem um amigo que joga futebol no Polytheama, time do Chico Buarque. Segundo relatos do amigo da amiga da amiga, na noite em que Chico deu canja no Semente, ele havia terminado com a namorada, a também cantora Tais Gullin.
Nasce uma nova lenda urbana: até o DEUSO que é o Chico Buarque fica mal e vai pra Lapa beber quando termina o namoro.

4 comentários:

  1. Acho que eu sou amigo da amiga da tua amiga. hehehe

    Mas preciso discordar pontualmente da última frase de ir pra Lapa beber quando o namoro termina. Tratando-se de Semente, o Chico fez uma excelente escolha para receber uma sessão de psicanálise diferenciada por lá. Eu frequento o Semente há 14 anos e estive mais lá em momentos felizes do que tristes, mas nos tristes aquilo lá sempre me fez bem. É um pedaço de um planeta melhor que existe num portal na Lapa, na minha opinião.

    Eu tô falando isso, mas eu não sou o Chico Buarque, apesar de ter achado que ele não poderia ter escolhido lugar melhor pra ir depois de terminar um relacionamento.

    Nota mental para o futuro de todos e todas: Se for terminar um relacionamento, termine na segunda-feira, pra poder ir escutar o ChoroJazz do Semente. No máximo termine no domingo, que tem coisa boa lá também.



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  2. Felipe, pensei em você quando escrevi esse post. Sabia que você ia comentar :-)

    Então me ajuda: pra onde ir quando você termina um relacionamento e é do samba, mas não da noite (principalmente, não da noite da Lapa, embora concorde quanto à diferenciação do Semente)?

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  3. Este comentário foi removido pelo autor.

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  4. =)

    Então, vejo duas possibilidades boas. Eu, particularmente, gosto do muito tarde ou muito cedo (às vezes emendando), então posso dar a dica do samba mais cedo. Na verdade a dica é pro que eu entendo como necessário pra qualquer término de relacionamento, que é a busca do resgate (e a preservação) do seu eu interior. O meu eu interior funciona num Semente à noite, mas também escutando música desde muito cedo com sono, sem sono ou virado. Nada melhor do que correr no meio da madrugada e terminar de correr no fim dela escutando um belo disco de samba (CD ou playlist também vale!), de preferência um calmo (pra correr sem estresse) sem muita percussão e sem cavaquinho, mas só com violão e instrumentos de sopro (tem uns muito bons!). Nessa alternativa, são duas paradas para rolar uma melhor conexão com o eu interior e reforçar o malandro: a corrida cheia de reflexão e a música cheia de sentimento bom.

    Já a segunda opção é pintar numa roda de samba mais despretensiosa e sem muito alvoroço que comece mais cedo, no meio da semana, tipo a roda de um pequeno bar como o Bip Bip.

    Essas são as duas possibilidades que enxergo pros menos notívagos. Caso não ache bacana nenhuma das duas, acho que o melhor é botar um Vinicius de Moraes pra tocar e tomar um belo copo de uísque. Em 5 minutos vai rolar uma conexão banda larga em alpha com o eu interior!

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